Força menina

Vamos lembrar de Olhos Roxos, post de junho do ano passado, que fala sobre a violência doméstica.

Mais do que isso, fala da força da mulher que caminha além das marcas no corpo e alma, e, das marcações sociais.

Nós mulheres que cedemos o ventre e estamos presentes nas mais diversas criações e construções,

somos mais preciosas que as ametistas,

mais cheirosas que as lavandas,

mais delicadas que as violetas,

e procuramos sim a transmutação usando todo o poder da intuição.

Um viva a força feminina.

Força aí menina.



e-books por Cristileine Leão

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O prazer do banho

Hoje quero relembrar sobre banho. Bom para saúde e para a alma.

Como assim? Tem coisa mais gostosa que um banho quentinho no fim da tarde para mandar o estresse para o ralo? Ou, aquela ducha fria num dia estenuante de sol?

Chorar no banheiro, cantar no banheiro…

Um momento para nos cuidar, nos tocar, nos observar, nos limpar, um tempo para nós.

Por essas e outras, especialmente pela absoluta falta de energia, que um depressivo foge do banho. Quando a vida não apresenta mais significados não há água que atraia.

O mais importante saber é que depressão tem tratamento, e que, podemos sim voltar a ter prazer em tomar “um banho de água fresca no lindo lago do amor”.

Vamos aos textos do REMEMORANDO:

Banho quente

Poema um tanto melancólico

Banho de chuva

Prosa sobre a infância

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Vida de cachorro

REMEMORANDO

Vamos rememorar a escrita de abril do ano passado ➡️ Já viu esse filme?

A foto do post é de “A dama e o vagabundo”, mas o poema é das omissões da vida real.

Lembrei desse post após observar os donos passearem com seus cachorros na praia. Geralmente sem coleira. Um deles jogava a bolinha e o cachorro corria buscar. Os dois se divertiam bastante. Até então o “proprietário” estava no comando do doberman.

Eis que aparece também livre, leve e solto um pastor alemão. Aquele procedimento de um cheirar o outro. A tensão vigente entre os donos, chamando as crias pelo nome e aprontando as coleiras. Já que os dois cachorros eram de raças grandes e potencialmente perigosos.

E eis que os cachorros se desconectam completamente dos comandos e voltam ao seus seres naturais. Rolam na areia, correm, brincam de pega pega, latem. E, para o desespero dos donos, entram no mar gelado e rolam na areia de novo.

Fazia tempo que eu não via tanto divertimento despretensioso. Viver o momento presente como diria as fontes meditativas.

De nada adiantava arguir com os cães e nem apresentar biscoitos cheio de aroma e sabor de carne. Os cachorros assumiram o comando e naquela hora só queriam ser cachorros sem rótulos ou funções.

Já viu esse filme?


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