Marketing para escritores

Fernando Pessoa, o poeta mais conhecido de todos os tempos, usava muitos heterônimos para assinar seus textos como: Álvaro de Campos, Ricardo Reis, Alberto Caeiro, etc.

Entre outros motivos, porque às vezes precisava escrever sobre o que discordava. Escrever o que o povo queria ler. Viver de escrita.

Assumindo outras personalidades (nomes) o que na psicologia chamam de máscaras sociais, ficava mais “digerível” e suportável para o poeta fazer e sobreviver de sua arte.

Ou seja, naquela época (viveu de 1888 até 1935) ele já usava técnicas de marketing.

Parafraseando Fernando Pessoa, posso dizer:

Somos do tamanho do que escrevemos (na história humana) e não das vãs leituras que se esquecem com o tempo”.


Já perceberam como o mercado está aquecido para o marketing voltado para escritores?

Isso quer dizer que o sonho (ou ilusão) de escrever um livro e deixar sua memória no mundo continua mais vivo do que nunca.

Eu mesma já escutei esse canto da sereia. Meio ao mar da autopublicação, descobri a influência tanto do marketing quanto das demandas sociais que nem sempre são aquilo que gostamos de escrever.

Hoje estudando os grandes escritores da humanidade, percebo que a maioria passou pela desilusão do primeiro amor com a escrita.

Estando nesse mar, precisamos decidir se vamos aprender a nadar, viver usando botes infláveis, ou só andar em “terra firme”.

É meus amigos, o letramento é um processo contínuo de tentativas, erros e acertos.

Deixo abaixo alguns canais que abordam sobre marketing para escritores, caso precisem se aprofundar. Mas, cuidado com as profundezas e as correntezas.

Boa sorte.

 

Canais sobre marketing para escritores

Escreva seu Livro

Casa do Escritor

Carreira Literária

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Reflexões sobre o voo

  • Pai galinha é ave?

  • É sim filho.

  • Então, por que ela não voa?

  • Ela voa sim filho, só que o voo dela é muito curto, pois, o peso do corpo dela, e do ovo que ela carrega, é bem maior do que o peso das suas asas.

  • Pai a vida é curta?

  • O que? Ah? Quem? Carrega?

Nossos hábitos diários

Estava aqui remexendo nos arquivos de dois anos atrás quando me deparei com Tutti Frutti, um texto sobre o exercício de mascar chicletes e seus efeitos em nossa vida.

O mais curioso disso tudo é que hoje não tenho mais essa necessidade, tudo aconteceu sem eu ao menos perceber. Dei-me conta desse feito nesse instante enquanto escrevia.

Desde abril começei uma reeducação alimentar, o que me exige atenção na escolha dos alimentos nutritivos e exercícios físicos. Essa iniciativa é para preservar o bem-estar, o vigor e o humor, para quem sabe ficar sem os antidepressivos em breve.

Diante de tantas opções de alimentos saudáveis, de beber muita água, do tempo na escolha e preparo dos produtos, mais a esteira, mais as respirações. Fora todos os deveres e prazeres que a vida me oferece como mãe, mulher, estudante e blogueira. Resta-me pouco tempo para lembrar dos chicletes.

Sim, nem lembro a última vez que recorri a este artifício. Confesso que muito se deu quando descobri da fórmula vazia de nutrientes e repleta de xenobióticos que são essas gomas.

Devo ter substituído esse hábito de mascar pelo hábito de marchar.

Vamos que vamos…

Agora segue o

REMEMORANDO: ➡️ Tutti Frutti ⬅️

O medo

– Do que você tem medo?

– Eu tenho medo do medo?

– Como assim medo do medo?

– É que já me fizeram sentir muito medo.

– E como você superou?

– Vamos mudar de assunto?

– Por que?

– Porque o medo faz órfãos.

Faz órfãos.


O medo é só a ponta do iceberg cortante e limitante.