Falar sobre saúde mental

Oi pessoal,

Muitos já ouviram falar sobre o “Janeiro Branco”. Para quem desconhece, é uma campanha de conscientização sobre a saúde mental.

Por aqui há vários posts para pesquisarem, também vou deixar alguns links de outros blogs que abordam sobre saúde mental.

Bipolares e Afinsnesse mês a psicóloga e autora Bia Ribeiro está trazendo todos os dias trechos de livros para refletir sobre saúde mental.

Blog Sabedoria do Amor, o professor de filosofia e poeta Estevam Matiazzi escreveu o “Em nome da vida, soneto I – Janeiro Branco”, também indicou um ótimo link para mais detalhes dessa campanha.

Letras com Batom, a jovem Maria Gabriele fez esse que achei o melhor texto que li nesse mês sobre como se sente uma pessoa depressiva.

Abaixo é um texto que li hoje no instagram sobre a relação Depressão e suicídio.

Em breve escreverei mais um artigo sobre saúde mental, a qual é muito mais que diagnosticar doenças, pois, engloba prevenção e tratamento para a qualidade de vida, para compreender limitações e sentir bem estar aqui e agora.

Boa semana 🙋🏽‍♀️

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Solidão e depressão – Em Pauta.

O que: Solidão.

Quem: Leandro Karnal

Onde: Mais Você, programa TV matinal.

Quando: 05.11.2018

Por quê: Mais uma vez, obrigada irmã pela dica, não sei o que seria de mim sem essa rede de apoio… Nesse bate papo o filósofo e historiador Leandro Karnal apresenta seu mais recente livro que se trata da solidão, propagandas à parte, o mais admirável de tudo foi escutar a maneira respeitosa e real como trataram do assunto depressão. A solidão pode ter diversas faces, como é tratada no livro “O Dilema do Porco-espinho”, pode ser imposta ou escolhida, produtiva ou corrosiva, mas eu digo, a solidão na depressão mata… A entrevista fala também da solidão na velhice, da solidão online e maneiras para lidar com a solidão. Agora vamos aos destaques da fala do professor Leandro Karnal:

  • Essa é uma doença, não é frescura, não é vontade de uma pessoa, mas é algo que precisa de tratamento médico.
  • Solidão (não sendo na depressão como doença que é uma doença grave) solidão é uma opção, ou seja, eu escolho a dor mais acessível do que a dor de enfrentar o outro, a dor de me enfrentar socialmente.
  • Não tem pessoa que querendo (a não ser no caso de depressão) não saia da solidão.
  • Na depressão precisa de médico, é uma questão muito séria, é o grande mal fo século 21, precisa de acompanhamento profissional porque é uma doença terrível.
  • Nós temos uma mania de acharmos que dor de cabeça é um problema real e que depressão e bipolaridade são frescuras. Precisamos perder esse preconceito totalmente idiota de quem não equipara doença psíquica à doença física.

Vídeo divulgado pelo canal Saber Filosófico no YouTube.

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Preconceito estaciona.

O preconceito mora na casa do desconhecimento. Você já foi lá?
Eu sim, várias vezes, por isso deixei de conhecer novos sabores e pessoas interessantes, claro que também evitei o amargo e as interessadas. Mas o preconceito não muda de casa, eu posso mudar.

Além da mobilidade, seres humanos são agraciados de mentalidade. Gosto de misturar e brincar com as palavras
Elas também me levam para outros cantos. Isso não é só etimologia, já prestaram atenção na palavra mentalidade?

Metal+idade
Como se fosse a idade da mente
Sim, a mente tem idade porque se desenvolve conforme a maturidade do corpo e do ambiente. Ela vai crescer, mudar de casa, de corpo (criança, jovem, adulto, idoso) e de transcendência. Isso se não estacionarmos no preconceito e seus variados parceiros.

Quantos anos você acha que tem?
Sou do tipo do filme “O Caso de Benjamin Button”, nasci velha e me torno criança. A grande desvantagem disso é que poucos entendem o que você está falando. E há vantagens também, se renovar é una delas.

Não importa qual a fase da mentalidade todos, disse todos que tem vida, irão passar por todas elas, não necessariamente em ordem cronológica. Isso é o que gera a confusão na comunicação.

Passei anos estacionada, por não ter energia suficiente, por não ter conhecimento suficiente, por não ter abertura suficiente. Tive e recebi preconceitos.

Ainda que seja redundante falar, repito é pré conceitos. Hoje estou mexendo na casca de ferida. Dói e sangra, mas abre espaço para nova pele.

Sei que essa é só uma pequena parte de mim que está sendo mexida, têm muitas outras para serem trabalhadas.

Comidas para serem provadas
Pessoas para serem desvendadas
Fé para serem conhecidas.

Veja bem
Uma vida é pouca para tudo isso
Ficamos pensando se existe outra
Deixamos de viver essa.

Prejudicamos o caminho do outro
Quando estacionamos no preconceito
Diz o ditado que dinheiro não aceita desaforo, a vida também não.

Todos temos as iguais 24 horas no dia
Ou pelo menos acreditamos que temos. A vida não aceita desaforo.

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