Questão de estilo.

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“Diga o que tu vestes que te dirão quem és”

Roupas e suas convenções sociais.
Segundo a história religiosa cristã, homem e mulher eram bem resolvidos com seus corpos, a nudez não era vergonha, e nem precisavam mostrar nada para ninguém.

Já na história evolutiva, deparamos com os homens da caverna que usavam peles de animais para se cobrirem. Os mais fortes e venerados se destacavam com as melhores peles. Era a grife do momento.

Surgiu a política, os reis com a soberania de suas roupas e jóias douradas. A roupa tomou forma de distinção de classes.

Muito se passou: uniformes, turbantes, burcas, biquínis, saris, kipás, batinas, quimônos, becas, ternos, minissaias, espartilhos, fitnnes…Alta costura, Made in China.

Roupa = código social, cultural, histórico.

Temos a essência, a pele e as roupas. Nem sempre uma acompanha a outra.

Artifício de desejo, ostentação, desprendimento, julgamento. Velha ou nova transmite a presença que temos, ou, que desejamos ter.

O orgulho ou a vaidade. A beleza, a idade, a maturidade. O conforto, a exibição. As cores, os humores.

Roupas despertam sentimentos.

Estar sem elas, tocar nosso corpo, se amar, se conhecer é o melhor in(vestimento) que podemos ter. É voltar ao paraíso perdido.

Muitos preferem a fantasia.

E você?
Qual seu estilo?

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