Nossos hábitos diários

Estava aqui remexendo nos arquivos de dois anos atrás quando me deparei com Tutti Frutti, um texto sobre o exercício de mascar chicletes e seus efeitos em nossa vida.

O mais curioso disso tudo é que hoje não tenho mais essa necessidade, tudo aconteceu sem eu ao menos perceber. Dei-me conta desse feito nesse instante enquanto escrevia.

Desde abril começei uma reeducação alimentar, o que me exige atenção na escolha dos alimentos nutritivos e exercícios físicos. Essa iniciativa é para preservar o bem-estar, o vigor e o humor, para quem sabe ficar sem os antidepressivos em breve.

Diante de tantas opções de alimentos saudáveis, de beber muita água, do tempo na escolha e preparo dos produtos, mais a esteira, mais as respirações. Fora todos os deveres e prazeres que a vida me oferece como mãe, mulher, estudante e blogueira. Resta-me pouco tempo para lembrar dos chicletes.

Sim, nem lembro a última vez que recorri a este artifício. Confesso que muito se deu quando descobri da fórmula vazia de nutrientes e repleta de xenobióticos que são essas gomas.

Devo ter substituído esse hábito de mascar pelo hábito de marchar.

Vamos que vamos…

Agora segue o

REMEMORANDO: ➡️ Tutti Frutti ⬅️

Depressão, responsabilidade conjunta

REMEMORANDO

Invisibilidades

Este foi um dos primeiros textos do blog, de março de 2017, onde falo da sensação de não pertencimento dos depressivos.

Assim, resolveram me colocar no cantinho da invisibilidade. Agora eu sei como sentem os deficientes, os loucos, os idosos, os prisioneiros.

Estou na pele da exclusão gerada por mim e nutrida pela sociedade.

As tais invisibilidades.

Texto completo clique no link azul acima

Relendo esse post, o que me chamou atenção foi reconhecer que o peso da depressão é uma responsabilidade conjunta “exclusão gerada por mim e nutrida pela sociedade”. Diante do mundo sedento pelo “mais”, quando estamos na polaridade “menos” não sabemos como agir.

Rememorando aqueles sentimentos e sintomas lá descritos, tive a convicção de que o melhor que fiz para mim nessa vida, bem como, para todos do meu convívio e para a Terra, foi cuidar da saúde mental.

E assim tenho feito desde então, na busca bem-estar independente da condição em que se está.

Com todo zelo me aproximo do essencial da vida que é viver.


Flores cantam Poesias
conheçam meu ebook aqui


Esta obra está licenciada com uma Licença
Creative Commons Atribuição Não Comercial Compartilha Igual 4.0 Internacional

Depressão – o que estão falando por aí.

Em Pauta traz duas reportagens, uma escrita pelo jornalista Benedict Carrey para o jornal “The New York Times”. A outra uma série de vídeos apresentados durante toda essa semana (20 a 24 de novembro) no programa “Bem Estar” da TV Globo.

Como é bom saber que mais e mais a mídia está dando abertura para assuntos da saúde mental!

Isso também faz parte do caminho para combater o preconceito e incentivar o tratamento.

Vou deixar os links abaixo, bem como, dar o meu pitaco do que foi dito:

Quando iremos resolver as doenças mentais?

  • Versão original em inglês pelo

The New York Times

  • Versão em português pelo

Viver Bem UOL

O que achei mais interessante: Segundo o texto a depressão já foi traduzida como maldade de espírito, desequilíbrio de humor, fixação erótica, fraqueza do ego, anomalias do cérebro, etc. Mas, mesmo assim, estamos longe de entender os transtornos mentais. A boa novidade é que estão investindo bastante nesse setor.

Frases:

Com o tempo, os problemas mentais se tornaram em transtornos mentais, depois distúrbios cerebrais, talvez causados por algum defeito interno, por um “desequilíbrio químico” ou pelos genes.

Perceberam só quantos nomes a comunidade científica já arrumou para a depressão?

Agora estamos na fase de que ela é uma doença causada pelos desequilíbrio químico. Pelo menos é o dizem psquiatras e psicólogos.

A depressão não é uma doença, mas muitas, mostrando rostos diferentes em pessoas diferentes.

Gostei dessa observação!

A herança genética certamente tem sua importância, mas não chega a ser uma “causa”… O restante dos riscos vem com as experiências: a combinação confusa de traumas, uso de substâncias, perdas e crises de identidade… Milhões de indivíduos que desenvolvem uma doença mental incapacitante se recuperam por completo ou aprendem a gerenciar sua angústia…

Os estudos científicos mais as experiências pessoais dos pacientes juntos vão mais longe, ou seja, o estudo das doenças mentais serão mais efetivos estudando a parte fisiológica do cérebro e a vida/fala do paciente. Esse é praticamente o foco dessa reportagem que vale a pena ler.

Quando as pessoas têm a oportunidade de se engajar em conversas contínuas e profundas com outras que têm experiências semelhantes, suas vidas se transformam.

Agora, abaixo está o link da série de reportagens e os temas abordados:

Depressão precisamos falar sobre isso.

  1. Conheça as causas da doença que afeta milhões de brasileiros
  2. Qual a hora de usar remédio para a depressão? Eles viciam?
  3. Pessoas com depressão sofrem com dores no corpo
  4. Especialistas explicam a relação da insônia e da depressão
  5. Jovens falam como enfrentam a insônia
  6. Por que as mulheres têm mais depressão do que os homens?
  7. Estimulação elétrica e magnética ajudam no tratamento
  8. Depressão entre idosos quais os sinais
  9. Cetamina pode ajudar a combater a depressão
  10. Depressão na infância e na adolescência como reconhecer os sinais.

Frases que me tocou:

Depois de uma depressão a gente nunca mais é o mesmo”

Descobertas que tive:

  • A dor no corpo acontece porque a depressão é uma inflamação nas áreas do cérebro que quando não tratada vai para a corrente sanguínea. (🤔bem que eu dizia para a psicóloga que me sentia inflamada)
  • Alimentos para potencializar o tratamento: pó de guaraná, chimarrão, chá verde e preto, açafrão, aveia, sardinha, castanhas, chocolate amargo.(🧐olha o nosso guaraná aí outra vez)

Eu sei, foram muitas informações😬, deveria ter dividido em dois posts, mas não resisto, preciso dividir com vocês o que me amplia um pouco mais desse universo.

Bom fim de semana 🙋🏽‍♀️

Cris.

Este trabalho está licenciado uma Licença

Creative Commons

Atribuição 4.0 Internacional