Depressão com Poesia

Pitada de sabor

Salzbergwerk, Alemanha.

Para uma pitada de sabor

Teve inundação

Decantação

Refinamento

Braços e máquinas

Inteligência e suor

Solidão

Reencontros

Escorregos

Nas minas subterrâneas

Pedras quebradas

Nas montanhas dos Alpes

Quantas eras geológicas

Para surgir

O sal na nossa da mesa.


Foto da Mina de Sal Berchtesgaden (Salzbergwerk) na Alemanha, quase divisa com a Áustria. A mina é atuante desde 1517. Desde 2007 recebem visitação pública.

O passeio é bem educativo e divertido, mais fotos e informações podem acessar no link acima.

Nesses lugares desperto tanto para a evolução da humanidade quanto para os bens que temos disponíveis e pouco valorizamos…

Observem na foto acima, em 1900 o primeiro trabalhador perfurava 06 cm por dia; em 2000 os trabalhadores com broca perfuravam 2 metros por dia; depois a máquina azul vai mais que 10 metros.

Muito sal mata, sem sal fica sem graça, a salubridade está no cavar e procurar nosso ouro.

Atualmente, cerca de 30 modernas usinas de perfuração estão em operação em cinco níveis de mineração. Cerca de 900.000 m³ de salmoura são extraídos da mina de sal de Berchtesgaden a cada ano. São necessários 2.000 m³ de água fresca para isso todos os dias. A mina de sal emprega cerca de 100 pessoas. Metade deles trabalham no subsolo, no sistema de túneis amplamente ramificado, na montanha de sal. Fonte: https://www.salzbergwerk.de/de

4 thoughts on “Pitada de sabor

  1. Pra te falar a verdade, nem sabia que sal dava em rocha, minha família riu muito da minha ignorância. Foi uma aula ver como tudo foi formado e é extraído. Sal para mim era sinônimo só de mar…

  2. Homens e mulheres somos feitos de sal, às vezes, algum açúcar no sorriso; mas, já a partir dos dentes de siso, um olhar mais acurado começa a crescer. O homem trabalha erguendo salinas, trabalha na montanha branca, os rins não podem com sal, ele sabe que açúcar em excesso – mesmo se num sorriso – será prejudicial, ou seja, somos mesmo muito delicados.

    Grato pela visita tríplice nesta quarta-feira de Natal.
    O barraco ainda está com umas pestes fazendo lambança, numa boa, nada de desrespeito, só coisas de quem vive nas nuvens – adultos e crianças.

    Aquele abraço.
    Darlan

Diga-me a sua opinião?

%d blogueiros gostam disto: