Depressão com Poesia

Pingos no infinito

Do que a água nos conta

Suor

Chuva

Lágrimas

Doce ou salgada

Gotas incontáveis

Alma

No céu do corpo

Tempestade e

Azul índigo

Gostos e desgostos

Inexprimíveis

Pingos no infinito

Escorrem e vão

À clarear

O firmamento.

8 thoughts on “Pingos no infinito

  1. CRISTILEINE,

    Gostei demais do seu título “PINGOS NO INFINITO”

    Outra coisa: acabei de fazer agora, para adiantar as coisas no domingo. Hoje, virá uma molecada para cá, além, de amigos e amigas (Todo mundo já com exames anti Corona, tudo sob controle).

    Vá lá visitar as delícias que acabei de fazer NESTE DOMINGO. Muita conversa séria, muita risada, poesia, psicanálise, literatura, sociologia, antropologia e a triste política mundial.

    VÁ LÁ no UAÍMA, ficar com água na boca, rir e xingar o seu amigo. Tudo feito em casa. Dá trabalho, mas vale a pena, Está quente ainda, cubro com panos bem limpos por cima. E olha que não tenho curso de Culinária, nem pela televisão e nem pela Internet.

    Obrigado pelas visitas.
    DARLAN

  2. Acabei de vir de lá da sua casa, ainda bem que eu já tinha almoçado, assim as lombrigas ficaram sobre controle. Adorei o post do Brasil que você vê, do Brasil que você faz. Agora entendo porque você é tão requisitado pra apadrinhar. Bom almoço.

  3. Eu sei que nesta época do ano são cinco horas a mais na Alemanha, na Itália, na Espenha, etc… Por isso, pela amizade deliciosa que fizemos, tomei a liberdade de Você ir logo no UAÍMA (nome indígena) ver as delícias do domingo.

    Na casa da gente a gente leva qualquer pessoa – não por metidez, mas é algo de afinidade mesmo. No próximo petisco que eu fizer, vou colocar num avião para Frankfurt, para Você o Maridão e a moçada, completamente seguro, lacrado.

    Estou aqui ouvindo as mundialmente famosas canções nossas do CLUBE DA ESQUINA, e também de um show munmental do Tom Jobim homenageado ao vivo por artistas de vários países que vieram visitar e homenagaer este verdadeiro patrimônio mundial ANTÔNIO CARLOS BRASILEIRO DE ALMEIDA JOBIM.

    A única irmã dele morou perto de casa, aqui em – HELENA JOBIM – a qual escreveu vários livros, inclusive um livro espetacular sobre a infância, a juventude, a família, sobre o irmão, livro no qual tem o Tom de pé na beira do mar, de roupa e tudo.

    Para terminar, SINCERAMENTE, adorei este seu comentário de agora sobre a minha postagem de hoje “PARA O DOMINGO.”

    DARLAN

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