Arte é viver

Estudo de duas tartarugas brasileiras, Albert Eckhout, 1640. Foto tirada no Museu Städel Frankfurt.

Falarei de poesia em forma de obras de arte, e vejam só o poder que a poesia tem para nos remeter aos mais variados lugares. Nesse caso até à história natural (a fauna e a flora) brasileira; e às curiosidades sobre os quelônios.

Em meados de 1600, o pintor holandês Albert Eckhout trabalhou no Brasil. Como não existiam as fotografias, tudo e todos eram retratados por pinturas. Uma delas é essa acima. Se você gosta de artes e história das artes, veja esse vídeo do canal “Patrícia de Camargo”, que é um ótimo canal para informação e contemplação.

Voltando aos quelônios. Lembram da definição dessa palavra?

Quelônios = répteis como tartarugas, cágados ou jabutis.

Descobri tanto sobre os quelônios na pesquisa para o meu ebook infantil “As Pegadas do Jabuti”. Por exemplo: os jabutis são terrestres; as tartarugas e os cágados são majoritariamente aquáticos, elas vivem na águas doces ou salgadas, eles só nas doces.

Aliás o artigo definido elas e eles aqui nada tem a ver com o gênero, pois, o que defini se é macho ou fêmea é a cavidade na barriga (o plastão). Embora seus cascos sejam parecidos, os dos nadadores (tartarugas e cágados) são mais leves e hidrodinâmicos.

Albert Eckhout desenhou e pintou tartarugas num fundo que parece terra. Eu escrevi sobre jabuti voador. Risos.

Essa é a vida. O que seria da humanidade sem imaginação, arte e poesia?



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