Dia de sol

Muitos contam carneirinhos à noite para dormir, eu conto meus encantos e desencantos de dia aos passarinhos para deixar fluir.

Da rede vejo o céu azul, tão azul, que num triz de muito fitado faz do olhar um embaralhado com seus pontinhos de luz.

Respiro, ar do nariz ao umbigo, em fotossíntese com as árvores, olho as copas, estou de sobra no sol da Europa, o que seria de nós sem esse ar a nos purificar?

Nota lá, mais uma revoada, são ágeis e leves, não deu para contar. Levanta, a sozinha cozinha te espera, hora de despertar o sol nas panelas.

Música “Quando o sol bater na janela do teu quarto”, Legião Urbana.

 

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