Amadora

Sou poeta amadora

Sou filósofa amadora

Sou jornalista amadora

Sou mãe amadora

Sou filha amadora

Sou mulher amadora

Sou caminhante amadora

Já chorei por ama_dor_a

Hoje sei

Esse é meu sumo

Assumo

Sou eu quem

Ama_dora os dias

Para que mais?

Moro onde mora a paz

Que me leva e me traz

Amadora_mente.


Esses versos fluiram após um pequeno diálogo com uma poeta, professora, mãe e amante da natureza que tive o prazer de conhecer por aqui no blogue Poesias de Mãos que Sentem.

12 comentários

  1. Cristileine, ao ler seu texto que mostra as várias faces da palavra “amador” lembrei-me do poema de Carlos Drmmond de Andrade, intitulado “Amar”.
    “Que pode uma criatura senão,/ entre criaturas, amar?/ amar e esquecer,/ amar e malamar,/ amar, desamar, amar?/ sempre, e até de olhos vidrados, amar?”
    Acho que foi a “brincadeira” com a palavra amar-a-dor que você fez que me lembrou deste poema – não sei se já o conhecia, mas fica aqui minha indicação.
    Enfim, seu texto foi muito bom e me trouxe uma bela recordação! Obrigada Cristileine!

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  2. Bom dia, que bom trazer-lhe essa recordação! Da comparação também gostei ☺️ afinal, é o poeta mais reconhecido de nosso país. Agradeço por sua leitura e comentário. Boa semana 🙋🏽‍♀️

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