Dos cegos do castelo

O vento despenteia

O tempo esvai como areia

Levada das dunas

Vidas/

O tempo e o vento

Invisíveis e implacáveis

Como o bem me quer

E o mal me quer

Da margarida/

Flor que a cada estação nos diz

Não estacione

Nas maravilhas

E nem nas amarguras

Da vida/

Na contemplação do hoje

Vemos

Castelos destruídos

Em reforma

Para o passeio

Dos futuros caminhantes/

Enquanto isso

A presença e o sorriso

Vão nos perpetuando

No cósmico

Incrível e indizível/

Löwenburg, Deutschland / Castelo do Leão, Alemanha


Título alusão à música:

Titãs – Cegos do Castelo

Eu não quero mais mentir
Usar espinhos que só causam dor
Eu não enxergo mais o inferno que me atraiu
Dos cegos do castelo me despeço e vou
A pé até encontrar
Um caminho, o lugar
Pro que eu sou



e-books por Cristileine Leão

As Pegadas do Jabuti

para crianças e para quem gosta de autoconhecimento


Flores cantam Poesias: fotografias e poemas

para apreciar a beleza

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Creative Commons Atribuição Não Comercial Compartilha Igual 4.0 Internacional

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