No canto, no ponto e nos contos

Barragens e ciclones

Assustam os homens

Como lobos na floresta

Não deveriam/

Olhem bem

Mocinhas e caçadores

Estão à revelia

Dos feitos/

Recusam a seguir

O caminho do pão

Usando o controle

Da televisão/

Sabemos que

Todos viraremos

Comida de pombos/

Mas, só os sacrificados contarão

Com toda elucidação

Sobre a nossa face indecorosa

Nos anais da História

De todos os povos/

O começo feliz

Está no agir

No nosso canto

Naquele ponto e

Nos contos.

*pensando nos desastres ambientais e naqueles nem tão ambientais assim…


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21 comentários

  1. Acabei de ler o que você publicou de Moçambique, agora estão preocupados com as doenças que matarão ainda mais. O pior são os poucos olhos pra lá. E por aqui, vão esquecendo das vítimas de Brumadinho, fatos que ferem…
    Boa noite Alda.

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  2. Todas as minhas aulas neste início de ano são sobre estes temas… quem sabe as novas gerações… minha filha e meu filho me fazem esperançar e meus/minhas educandos/as também…

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  3. Que confusão eu, desculpas aí, quis dizer mais um, Emmanuel é de Julho como eu. Após almoço minha concentração está na região abdominal 😂 Abraços na Sofia, 1 setênio já 🙋🏽‍♀️

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  4. E nos contos de barragem e furacão,
    onde a vida dessa gente tão amena,
    essas formas passageiras de aflição,
    são só sombra na estrutura, só dão pena.

    Curtido por 1 pessoa

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