Fotos falam

Casca dura
Que bicho sou eu?
Entre oliveiras, o vulcão.
Entre oliveiras, o vulcão II
O que nos cerca enquanto estamos com as velas abaixadas?
Flores no Vesúvio I
Flores no Vesúvio II
Flores no Vesúvio III

Este trabalho está licenciado uma Licença

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Atribuição 4.0 Internacional

25 comentários

  1. Não tem que se desculpar. Achei engraçado e gostei.
    Uma vez fiz escala em Milão e havia uma mãe com uma pequena Silvana q era elétrica. Kkk E dentro do avião continuava. Eu só ouvia Silvana pra lá e pra cá. E meus meninos: ô mãe, és muito traquina. Kkk
    Vou para Modena, San Marino e depois para Puglia, mas perto da ponta do taco da bota, perto de Lecce. Vamos tentar ir à Alborobello, mas não é certeza. Não tivemos tempo de concluir todo roteiro. Vou levando 2 livros e terminanos lá.

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  2. TODOS FALAM

    Todos falam, mas não arcam, todos falam
    que sou casca dura, que minhas mãos são frias
    e o olhar não contém nada que abra a noite, dizem
    que os amiúdes que partilho de quando em vez
    de pouco servem, a não ser para que novas dúvidas
    se movam em torno da mesa onde o peixe e o pão
    esperam que os homens e as mulheres
    se deem conta do tamanho do mundo que os habita
    sem que eles e elas o habitem como devem, sim
    mas há aqueles que alguma vez tropeçaram na luz
    até se tornaram azulcrivados, cônscios do Nada,
    cansados de tanta pressão, atentos aos que se abrem
    sem que nenhum vento areje a sala aberta em leque.
    Lavorare stanca, não, trabalhar não cansa, Pavese,*
    o que nos cansa de verdade é que cada vez mais
    o horizonte vai se tornando insípido, nada nos leva a ele
    já quase todo vazio – mas não para ti nem para mim.

                                        *****
    

    *: Alusão ao poeta italiano Cesare Pavese, autor entre outros de Lavorare Stanca.

    Este poema foi escrito agora, especialmente para a Página da Cristileine Leão.
    DARLAN M CUNHA

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  3. Cristileine,
    escrever de verdade é um cansaço que vem de longe e de perto, que não pede licença de jeito nenhum, e assim revolve águas e poeiras esta atitude inconsciente que costuma levar à casa da insônia, e não vou dizer que encaminha às portas da percepção mais aguda, e muito menos direi que às portas da insegurança, da instabilidade psíquica, quando não da loucura. Ah, deixa pra lá, pois a recompensa pode existir, e aqui nestas observações suas sobre os meus textos, a recompensa não se fez de rogada. Aceita um café ?

    Um abraço.
    Darlan M Cunha
    (Belo Horizonte, MG)

    Curtido por 1 pessoa

  4. Seja feita a vossa vontade. O café está a caminho, e o pão de queijo é o fiel escudeiro.

    Por aqui (Cuidado ! todo mineiro é conspirador), pão de queijo é rei, imperador, marechal, bei (sim, Bei), sultão, marajá, califa, presidente, xógum, pajé, totem e morubixaba, por fim, deus das mesas caseiras e pagãs. Aqui, café é um rio sem fundo e sem margens, mas com sentido de unidade, embora às vezes sua correnteza vá na direção oposta ao comum dos movimentos das coisas e das gentes, mas nem tudo é perfeito, ainda bem… hehe…

    A propósito de ou do café, visite essa postagem na minha página Ó-AQUI, no FLICKR:
    CAFÉ 5 EFES

    DARLAN

    Curtido por 1 pessoa

  5. Reenviei há poucos minutos, mas noutro lugar desta sua Casa Virtual, ah, foi na foto mostrando uma gruta marinha, mas a mensagem ainda não entrou. Então, enviei para mim, agora mesmo, este endereço do blog Ó-AQUI (FLICKR), e tudo certo. Espero que recebas, sem complicação, porque não faço ideia do motivo pelo qual a mensagem enviada ontem não chegou “nos conformes”. É apenas uma “tela” que rabisquei há mais de dez anos, e que hoje eu não saberia refazer, junto com outras que fiz na ocasião.

    AQUI: https://www.flickr.com/photos/148679112@N06/

    Um abraço.
    DARLAN

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  6. Oi Darlan, achei sua mensagem na caixa de spam agora, acredito que deve ser por causa do link. Vou ver seu post, ainda não conheço o Flickr. Obrigada por reenviar e boa noite.

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  7. Agora sim vi, gostei de conhecer o Mercado Central de BH. A foto mais representativa ao meu ver foi a da colher quebrada. Vai entender os caminhos da mente. 🙋🏽‍♀️

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