Num Rio.

Zé carioca
Era muito patriota
Até conhecer a Rosinha
Depois foi até despejado da Rocinha

Confiscaram-lhe o verbo sonhar
Zé carioca passou a roubar
O que pouco lhe satisfez
Perdia a alegria à cada freguês

Debaixo da ponte
Sem ver horizonte
Zé Carioca à subiu
Nunca mais ninguém lhe viu

Nem céu, nem inferno
Caiu
Como um anjo rejeitado
Perdeu a fé no garotinho.

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