Cantamos o mesmo som.

“Tudo azul Adão e Eva

E o paraíso

Tudo azul

Sem pecado e sem juízo“.🎼🎼🎼

O que seria a vida sem pecado e sem juízo? Já pensou?

Entregues ao puro som do subconsciente. Paraíso, inferno, algo muito além do que isso, ou, o simples nada.

Para que tudo sempre precisa ser alguma coisa? Com cargas e irrealidades.

Em vez de flutuar, nos amarramos na profundezas da água.

Essa nossa mania de nomear tudo tentando dominar o mundo, tomando posse, juntando propriedades, nos deixa frágeis diante dos afetos. Quando vemos a maçã não sabemos se comemos ou corremos. Quando encontramos com a cobra não identificamos seu perigo e nem sua utilidade na natureza.

Ei seres pensantes. O que seria de nós se descobrissemos tudo do que somos capazes? Gozariamos em união dos corpos entrelaçados, ou, sentiriamos vergonha da nudez?

Tão esculturais somos perdidos em mitos e ritos que não temos tempo e nem coragem de mexer no quem sou. Fazendo que está tudo azul.

E a vida passa, desconhecidos somos, desconhecidos estamos cantando no mesmo som.

“E todo dia livre

Dois passarinhos

Cantar

Para esse amor

Super star

Sempre com tudo azul.”🎼🎼🎼

* Atenção esse texto pode parecer para o amor romântico, mas na realidade pensei no valor da humanidade. No amor (ou falta dele) que pode nos deixar loucos, ou, nos fazer super estar. Pólos que não deixam os passarinhos voarem.

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