Cida Escala a Poesia.

Abraço 

Joelhos no canto da sala escura

O que faço aqui?

Levanto e escuto 

Vai, vai, vai

Eu vou

Mas eu volto

Na volta me perdi no caminho

Há correntes nos meus pés 

Estou presa na Terra 

Escuto

Vai, vai, vai

É a voz enganadora da liberdade

Eu fico

Quebrei as correntes num grito

Meus seios latejam poemas divino

Caiu uma gota no chão 

Brotou um pé de letras

Palavras rumam ao céu 

Escalo, escalo e escalo 

Nos galhos de poesia

Cansei de andar na horizontal 

Se eu cair então serei

A morte Cida

No canto

Das palavras sinfônicas

Bendita a

 Doce melodia.

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