Equilíbrio.

A neve equilibra em galhos secos, Cristileine Leão.

Corda esticada

Hora do show

Proibido

Olhar para o público

Ouvidos atentos

Além desse tempo

Sem escutar as vozes

Nem a do coração

Alto risco

Eu sei

Para uns diversão

Para mim domínio de si

A alma e a mente em extensão

Alongo, aqueço

Concentro, coragem, ação

Fé, força, foco

A meta é sobreviver

Foi dado o primeiro passo

Mais um, mais um e mais um

Os pés alisam a corda

Sou arco do violino

Todos os dias

Aos sons da vida

Equilibrista

Eu e você Arco do violino.

Fazendo essa poesia lembrei da nossa busca por equilíbrio, do artista circense, do pedreiro na obra, da música de Elis Regina um hino da anistia “O bêbado e a equilibrista”.

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