Somos letras.

A gente lê muitas mensagens para assimilar poucas.

A gente lê muitas palavras pelo carinho que nos tocam cada mensagem.

A gente lê muitos escritos para sentir o horror que logo se espanta.

No fundo o que fica é o que a imaginação cria na união entre escritor e leitor, pura sintonia de amor pelas letras que se juntam, derramadas no papel. De letra em letra, de pessoa em pessoa, forma o infinito dito e não dito.

Um ato de parto precedido por união das ideias; fecundação da criatividade com vivência e pesquisas; gestação de anos, horas ou segundos. Nasce uma obra de arte. Que não pertence à ninguém e é de todos. Que não perece ainda que seja esquecida.

Patrimônio natural da humanidade é a linguagem e as trocas, desde as escritas nas pedras das cavernas, nos papiros, até nos e-books e escrita nas estrelas. 

Cada um de nós é uma letra formada no mundo, prontos para se juntar, ou não, o desfecho depende do enredo. 

Boa leitura!

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