Dia Nacional da Consciência Negra

Hoje é o Dia Nacional da Consciência Negra, feriado instituído em vários municípios do Brasil.

Lembro-me quando adolescente nos bancos escolares quando aprendi sobre a escravidão, o navio negreiro, o racismo. Parecia inacreditável um ser humano tratar o outro ser humano daquela forma. Mas, infelizmente, foi realidade…

Olhando para esse passado vexatório podemos perceber que evoluímos, a escravidão (falo da escravidão naqueles moldes e não da escravidão moderna e voluntária…) ainda existe em alguns cantos, mas não é mais legalizada e aceita pela grande maioria da população.

No fundo temos uma centelha de humanidade que nos clama por fraternidade e nessa quero me apegar.

Como tudo nessa vida pode virar poesia, a arte que releva e revela a dor, deixarei para vocês o trecho IV do poema de Castro Alves, lá dos idos de 1880, que expressa a dor e o labor de um povo que foi arrancado da sua terra, a cegueira dos dominadores diante do tráfico humano, e, o mar que tudo suporta.

Poema: Navio Negreiro

Esse poema completo é belíssimo e é facilmente encontrado no tráfego online.

Vamos coMEMORAR.

Viva os negros!


Aqui também o post que fiz em 2017

Consciência Negra


Marketing para escritores

Fernando Pessoa, o poeta mais conhecido de todos os tempos, usava muitos heterônimos para assinar seus textos como: Álvaro de Campos, Ricardo Reis, Alberto Caeiro, etc.

Entre outros motivos, porque às vezes precisava escrever sobre o que discordava. Escrever o que o povo queria ler. Viver de escrita.

Assumindo outras personalidades (nomes) o que na psicologia chamam de máscaras sociais, ficava mais “digerível” e suportável para o poeta fazer e sobreviver de sua arte.

Ou seja, naquela época (viveu de 1888 até 1935) ele já usava técnicas de marketing.

Parafraseando Fernando Pessoa, posso dizer:

Somos do tamanho do que escrevemos (na história humana) e não das vãs leituras que se esquecem com o tempo”.


Já perceberam como o mercado está aquecido para o marketing voltado para escritores?

Isso quer dizer que o sonho (ou ilusão) de escrever um livro e deixar sua memória no mundo continua mais vivo do que nunca.

Eu mesma já escutei esse canto da sereia. Meio ao mar da autopublicação, descobri a influência tanto do marketing quanto das demandas sociais que nem sempre são aquilo que gostamos de escrever.

Hoje estudando os grandes escritores da humanidade, percebo que a maioria passou pela desilusão do primeiro amor com a escrita.

Estando nesse mar, precisamos decidir se vamos aprender a nadar, viver usando botes infláveis, ou só andar em “terra firme”.

É meus amigos, o letramento é um processo contínuo de tentativas, erros e acertos.

Deixo abaixo alguns canais que abordam sobre marketing para escritores, caso precisem se aprofundar. Mas, cuidado com as profundezas e as correntezas.

Boa sorte.

 

Canais sobre marketing para escritores

Escreva seu Livro

Casa do Escritor

Carreira Literária

Continue lendo “Marketing para escritores”

Paletas de sentimentos

Pegue a cara da amargura

E lhe dê nova pintura

Um batom ou blush rosé

Pode ser

Ou uma camada de chocolate

Quem sabe

Mais pigmentos

Cores quentes

Evidente mente despertar

Amarelo / Laranja / Vermelho

Cores frias

Clamor de calmaria

Verde / Azul / Violeta

Seja qual for a paleta ou lugar

A dor corroída cederá

Diante das constantes

Pinceladas de coloridas emoções

A matiz

Você quem diz.